Mondo Bizarro
Entrei num desses sites de sugestões de nomes para bebês em francês para tentar descobrir como se diz Otávio naquela língua. Bem, lá também tem uma lista com os 1000 nomes mais populares de bebês na França em 2003. Estava crente que Isabelle estaria no Top 20, mas que surpresa! Está em 379º!!!
Eis aqui alguns dos nomes mais populares que Isabelle:
Oceane (voyage, voyage), Amandine, Capucine, Apolline, Faustine, Blandine, Phillipine, Sixtine, Axelle (feminino de Axel?), Chaima, Shaima (me chaima, me chaima, me chaimaaaa! Nem sempre se vê! lágrima...), Ilona, Nolwenn, Maiwenn, Nawel, Marwa, Assia, Mailys, Aminata, Safia, Yousra, Kenza, Alix (porque o filme do Keanu fez muito sucesso por lá), Kelly, Tiffany, Lily, Wendy, Cindy, Kimberly, Stacy, Lindsay (a Francça tb precisa de garçonetes...), Tiphaine, Asma (hauhauh), , Shana (huahuhauhauhauahuahua), Sephora, Fatoumata (What the hell?), Cleila, Fatima, Paloma, Clotilde, Penelope, Soraya, Aurelia.
Que triste fim levou Isabelle! Diz ali também que é o terceiro nome mais popular da França de todos os tempos, depois de Marie e Nathalie, e também foi o nome mais popular em 1965. Acho que isso era na época que os franceses se reproduziam, e não só os imigrantes...
Não tive coragem de olhar a lista do nomes masculinos, mas para quem quiser se atrever:
http://www.linternaute.com/femmes/prenoms/prenoms/1/2003/1/france.shtml
Obs.: Otávio em francês é Octavien. E José é José.
Confessado por Bera-chan às 10h13
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Experiência mística (ou “egotrip” mesmo) - by Bibi-chan
Ontem eu tive uma epifania, um momento de ligação com meu "eu interior", entrei em contato com minha própria alma. Assisti ao show do U2 em São Paulo pela TV. Aqueles cretinos da Globo juraram que era "direto do Morumbi", mas passaram o negócio gravado – que ódio! Fora isso, foi perfeito. Foi lindo, emocionante, maravilhoso. E não falo especificamente do show, não. A situação em que isso aconteceu foi perfeita. Eu assisti ao show sozinha da Silva, só eu e apenas eu. Consegui ligar a TV no som e ainda ouvi em stereo J Só eu, pulando no meu colchão gigante que ainda não tem cama e me deliciando com cada acorde que ia surgindo. Era algo que eu não poderia compartilhar com ninguém mesmo.
Começa que muita gente que eu conheço não gosta de U2. Ou não gosta muito. É uma coisa que eu não entendo muito bem, mas eu não gosto de algumas coisas que as pessoas também não acreditam, então, eu aceito. (Só uns exemplos: eu não acho o Brad Pitt lindo, não gosto de refrigerante, nem de pipoca. As pessoas acham que eu faço tipo e não é o caso). E eu simplesmente cresci ouvindo aquilo, vendo os clipes antigões naqueles programas pré-MTV da Bandeirantes, da Manchete. E sempre gostei. Depois, comecei a ver Wim Wenders porque o U2 era parte da trilha. Tem algumas músicas deles que são marcos na minha vida – umas lembram momentos bons; outras, nem tanto.
E aí é que entra o show. Tudo bem, eu sei que é uma interpretação desprovida de realidade, mas parece que o setlist foi montado pra mim. E não apenas para mim, mas para o que eu estou vivendo agora. Até "Mysterious Ways", que é A minha música preferida, e não é das mais pop, tocou! Eu fiquei pensando o show inteiro: "Tá muito massa, mas é claro que a minha favorita não vai tocar". Falando em pop, engraçado que eu assisti o Pop Mart pela TV também e não senti nada do que senti ontem. Não me tocou, não me fez ficar pulando e dançando loucamente. Ontem foi um "bagulho mágico", como diz o Luigi.
Pra quem viu e não gostou ou nem chegou a ver e não gostou, eu só posso dizer que coisas como "Beautiful Day", que em um dia muito lindo mesmo que eu passei sozinha em um lugar muito especial eu cantei baixinho pra mim mesma, ou "Stuck in a Moment" (ontem eu fiquei pensando, com misto de alívio, alegria, emoção: "Era só um momento mesmo. E passou") são partes muito delicadas da minha participação nisso que a gente chama de vida – as nossas experiências, as coisas que passamos. Ontem foi uma coisa muito profunda, de mim comigo mesma, na minha casa, sozinha. Foi aquela coisa de criança que tem medo de escuro e depois começa a gostar de sair à noite. Ou que acha beijo nojento e depois aprende que não é bem assim... Eu senti algo que duvidava que fosse acontecer e que começo a sentir mais vezes – que estava em ótima companhia J
Confessado por Bera-chan às 17h15
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