Japonês é f*da
Eu arranjei a letra em japonês de uma certa música e eis a tradução que o Altavista me apresenta:
"The powder snow the season when it whirls passing each other always and being mistaken in the human being packed and the same sky to seeing being blown in the wind as been similar, to being frozen I your everything and the like you have not known, you were found from the ろ even then 100000000 people who are basis is however it is not, being serious, thinking, the る is Without either trivial quarrel て same time and so on living, if it is not accustomed gently is not good the joy and sorrow just the emptiness forcing The powder snow well it was dyed white to heart, if it was possible to share the orphan 獨 two, or is? I pressing the ear to your heart, to the one which the voice does probably will once more meet there where we would like to keep descending directly to the depths Understanding it is agreeable and stroking the how surface has been connected with the け which means that also the hand where my one you are numb clasps to The powder snow well it becomes the upper blotch of the asphalt which the plate is attached excessively easily before the eternity The powder snow well heart shakes unreliablly the time even then I the powder snow which your thing protection 續 け wants well was white dyed to heart, if wrapping the loneliness two, because apply to the sky it does"
Confessado por Bera-chan às 19h13
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Sobre as coisas sérias da vida
Meu primeiro post é sobre um assunto muito sério.
Disse um francês ilustre uma vez que o Brasil não é um país sério. Fala sério! O Brasil é, ao contrário da França, um país com problemas sérios, assim como sua população. Aqui tem desemprego, fome, violência, estagnação, mensalão e afins. Lá, eles se preocupam se a crise da pós-modernidade não vai prejudicar o fornecimento de fungos para seus queijos bolorentos 100% "faites en France". E não me digam que eles não têm problemas porque são sérios. Vão estudar História antes disso.
A diferença é que a gente não se leva a sério. Ao contrário dos franceses. E vocês, pessoas sérias, podem até dizer o contrário, mas é por essas e outras que "morar no exterior é bom, mas é uma merda; morar no Brasil é uma merda, mas é bom" (essa eu roubei da Aninha, que roubou do Tom Jobim). Lá eles brincam de viver a sério, aqui a gente vive sério na brincadeira.
Vocês já devem ter percebido: esse blog não é sério. E nem vai ser quando crescer. E se você levou esse post a sério, então eu acho que você precisa SERIAMENTE de um Toddynho!!!
Confessado por Bera-chan às 12h14
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Eu gosto de escrever
E, por favor, não infiram que com isso eu queira dizer que escrevo bem. Eu também A-DO-RO dançar. Mas isso não significa que eu dance bem. São duas coisas de que eu gosto muito e que faço com prazer. Se dão prazer aos outros, isso é problema deles! HAHAHAHAHAHAHAHA
Sério, agora. Eu escrevi diários – na verdade, “agendas”, como as meninas da minha idade chamavam – dos 11 aos 22 anos de idade. E MORRO de saudade. Não escrevo mais porque durante algum tempo me dediquei exclusivamente à autocomiseração nos meus diários. Era uma época difícil. E eu me sentia pior ainda ao ler as coisas que tinha escrito sobre mim mesma. Trash. Decidi parar. Há um tempo, contudo, comecei a ler blogs de amigos, que me fizeram repensar minha escolha. Não que eu queira voltar a escrever sobre o que me aconteceu no dia, nem, muito menos, à autocomiseração. Mas deu muita vontade de escrever sobre coisas que me chamam a atenção, assuntos sobre que eu gosto de pensar ...
Retornando ao assunto: um blog me apareceu uma opção acalentadora. Se, por um lado, eu teria platéia (que, eu espero, será selecionada) – coisa que meus diários não tinham, eu ficaria menos fixada na idéia de descrever meu cotidiano para me lembrar depois de todos os detalhes. Sim, porque era esse o propósito. Sou meio obsessiva, me denuncio de cara. Isso está sendo trabalhado, não se preocupem.
E, então, chegou um dia em que minha amiguinha Bela falou que queria escrever um blog. Estávamos com o Paulo, que tem um. Eu disse: “Eu também!”. Ele sugeriu que a gente escrevesse um juntas. E aqui estamos... J Felizes da vida. Tomara que quem chegue até aqui fique feliz também. Críticas, comentários, sugestões, confissões, lamentações são bem-vindos, mediante pagamento de módico honorário. HAHAHAHA
Confessado por Bibi-chan às 17h23
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Declaro abertos os trabalhos do Diliça!!!
Confessado por Bera-chan às 13h41
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